No último domingo, o Supremo Tribunal Federal (STF) lamentou profundamente a morte do ex-presidente e ministro aposentado Octavio Gallotti, aos 95 anos.
Cerimônias e Agradecimentos
O velório de Gallotti ocorrerá no dia 27 de julho, das 10h às 16h, no Salão Branco do STF, e será aberto ao público. O sepultamento está agendado para o dia 28, no Rio de Janeiro.
Contribuições ao STF e à Justiça Brasileira
Natural do Rio de Janeiro, Gallotti fez parte do STF de 1984 a 2000, sendo essencial na formação da jurisprudência pós-1988, após a promulgação da nova Constituição. Ele ocupou a presidência do STF entre 1993 e 1995 e liderou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 1994 a 1996.
Reconhecimento de sua Trajetória
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, elogiou a vasta contribuição de Gallotti ao Brasil. Ele o descreveu como um magistrado com notável erudição jurídica e um forte compromisso com os princípios constitucionais, destacando que seu legado é visível na formação de novas gerações de juristas e na confiança depositada pela sociedade no Judiciário.
Legado no Direito Brasileiro
O Ministério Público Federal também expressou seu pesar pela perda do ministro. Em sua nota, enfatizou que a atuação de Gallotti foi marcada por equilíbrio e rigor técnico, contribuindo significativamente para a consolidação do Estado Democrático de Direito e o fortalecimento das instituições no Brasil.


