A campanha de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para solicitar a remoção de 221 publicações feitas por parlamentares do PT, integrantes do coletivo artístico 342 Artes, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Mídia Ninja e outros apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva.
Contexto da Ação Judicial
A representação foi protocolada em 9 de outubro e argumenta que as postagens em questão propagam desinformação sobre a candidatura de Flávio. Segundo a campanha, os apoiadores de Lula criaram uma rede colaborativa para disseminar informações falsas, alegando que o candidato do PL apoia cortes em aposentadorias e o congelamento de benefícios sociais.
Justificativa da Campanha
A equipe de Flávio Bolsonaro defende que a solicitação ao TSE não deve ser interpretada como censura. O objetivo é restringir a propagação de “narrativas falsas”. A campanha esclarece que não está requerendo a exclusão de perfis ou a censura de opiniões, mas sim a suspensão de publicações comprovadamente falsas ou fora de contexto.
Detalhes do Processo
No último domingo, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, responsável pelo caso, solicitou que a campanha de Flávio forneça provas detalhadas das alegações de irregularidades, além de identificar individualmente as ações dos citados nas postagens. Após a análise das informações, o ministro irá decidir sobre os pedidos da campanha, embora não haja um prazo definido para essa decisão.


