Após enfrentar restrições para entrar nos Estados Unidos, Joan Capdevila, ex-lateral da seleção espanhola e campeão mundial em 2010, obteve autorização para viajar e acompanhar a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha.
A Jornada de Capdevila
Na manhã do domingo, dia da grande partida, o ex-jogador Marcos Senna, que também fez história na seleção espanhola, compartilhou uma foto ao lado de Capdevila no Instagram, expressando entusiasmo pela final com a mensagem ‘rumo à segunda estrela’. Ambos, que jogaram juntos no Villarreal e na seleção, estavam prestes a embarcar para os Estados Unidos.
Expectativa para a Final
A partida, muito aguardada, ocorrerá em Nova Jersey às 16h (horário de Brasília). Outros ex-jogadores, como Iker Casillas, Carlos Puyol, Sérgio Ramos e Xavi Hernández, também estão presentes para apoiar a seleção espanhola.
Desafios na Viagem
Capdevila havia inicialmente enfrentado dificuldades devido à negativa de seu pedido de autorização no Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem (ESTA), que permite a permanência nos Estados Unidos por até 90 dias sem visto. A restrição se deu por conta de uma viagem ao Irã em 2016, onde ele participou de um amistoso, o que o tornou inelegível segundo as normas do Departamento de Segurança Interna dos EUA.
Implicações da Viagem ao Irã
De acordo com as regras, qualquer pessoa que tenha visitado o Irã após 1º de março de 2011 ou que possua dupla nacionalidade com o país enfrenta dificuldades para obter o ESTA. Essa situação reflete as tensões políticas atuais entre os Estados Unidos e o Irã, impactando até mesmo os ex-jogadores de futebol.
Com a liberação final, Capdevila poderá prestigiar a partida e torcer pela sua seleção, o que representa não apenas uma oportunidade pessoal, mas também um momento importante para o futebol espanhol.


