COCRED reforça governança e inova com primeiro Comitê de Ativos e Passivos

13 Tempo de Leitura
G1

Em um cenário financeiro cada vez mais complexo e exigente, a COCRED, com mais de 56 anos de atuação, reafirma seu compromisso com a solidez e a segurança. A cooperativa tem se destacado por sua visão estratégica e investimentos contínuos em governança corporativa e gestão de riscos, elementos cruciais para a proteção e valorização do patrimônio de seus mais de 90 mil cooperados. Recentemente, a instituição consolidou sua posição de referência ao implementar um Comitê de Ativos e Passivos (ALCO), tornando-se a primeira cooperativa de crédito no Brasil a adotar uma estrutura com tal abrangência e atribuições. Essa iniciativa pioneira não apenas eleva os padrões de gestão de riscos da COCRED, mas também garante maior previsibilidade e estabilidade em suas operações, reforçando a confiança dos investidores e a perenidade da cooperativa em um mercado dinâmico.

Fortalecimento da governança e reconhecimento de mercado

A busca por segurança e previsibilidade se tornou um pré-requisito fundamental para investidores com visão de longo prazo. Neste contexto, a escolha da instituição financeira é tão estratégica quanto a própria alocação de recursos. A COCRED, ao longo de suas mais de cinco décadas de história, consolidou-se como uma decisão ideal para aqueles que buscam não apenas preservar capital, mas também atravessar ciclos econômicos adversos com estratégia e sustentar um crescimento consistente. A cooperativa tem demonstrado um investimento contínuo em decisões técnicas e leitura antecipada de ambientes, acompanhadas por controles robustos, projetados para reduzir a volatilidade e proteger o patrimônio de seus cooperados.

A classificação S3 e o rigor regulatório

Um reflexo direto da maturidade e da complexidade operacional da COCRED é sua integração ao segmento S3 do Banco Central do Brasil. Esta classificação é reservada a um seleto grupo de aproximadamente 60 instituições financeiras de grande porte no país, caracterizadas por sua elevada complexidade. O enquadramento no S3 atesta a maturidade dos processos da cooperativa, a eficiência de sua governança e uma capacidade comprovada de absorção de riscos. Instituições que pertencem a este segmento estão submetidas a um arcabouço regulatório mais rigoroso, que impõe exigências ampliadas em áreas como gestão integrada de riscos, capital, governança corporativa e transparência. Para atender a esses parâmetros elevados, a COCRED estruturou comitês estratégicos diretamente vinculados ao seu Conselho de Administração, incluindo os Comitês de Auditoria e de Riscos, que são essenciais para assegurar a integridade operacional, a conformidade regulatória e a sustentabilidade financeira da instituição. Adicionalmente, o Comitê de Remuneração foi implementado com a função de equilibrar incentivo, desempenho, padrões de governança, transparência e controles. O diretor executivo da COCRED, Ademir Carota, enfatiza que a complexidade e a robustez da estrutura de governança impactam diretamente o funcionamento da cooperativa, sustentando seu crescimento mesmo diante das variáveis da economia brasileira e honrando a confiança dos cooperados por mais de cinco décadas.

O reconhecimento da Fitch Ratings

A solidez e a gestão prudente da COCRED são reconhecidas em âmbito nacional e internacional por instituições de renome. Em 2025, a Fitch Ratings, uma das mais relevantes agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou o rating nacional de longo prazo da cooperativa de ‘A(bra)’ para ‘A+(bra)’. O rating de curto prazo foi mantido em ‘F1(bra)’, com perspectiva estável. Essa avaliação favorável é um testemunho dos fundamentos sólidos da cooperativa, que são sustentados por uma notável eficiência operacional e receitas recorrentes. A atribuição deste patamar pela Fitch Ratings posiciona a COCRED entre as instituições financeiras com elevada capacidade financeira, alto nível de liquidez e baixo risco de crédito, um selo de segurança e confiança para investidores e para o mercado como um todo.

Para além dos ratings, a solidez da COCRED é visível na estrutura de sua carteira. Embora sua origem esteja profundamente enraizada no agronegócio, a cooperativa construiu uma base de cooperados amplamente diversificada. Atualmente, reúne mais de 90 mil membros, que incluem empresários, profissionais liberais, produtores rurais e outros perfis econômicos. Essa diversificação estratégica é crucial, pois reduz significativamente os riscos de concentração setorial e geográfica, tornando a instituição menos exposta a choques específicos da economia ou a eventos climáticos adversos. A capacidade de navegar por diferentes segmentos e perfis de cooperados é um pilar da sua resiliência.

Pioneirismo estratégico e gestão avançada de riscos

Em abril de 2025, a COCRED deu um passo estratégico e pioneiro em sua jornada de maturidade ao instituir o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO – Asset and Liability Committee). Essa iniciativa a tornou a primeira cooperativa de crédito do Brasil a implementar uma estrutura com esse desenho e atribuições específicas.

A implementação do Comitê de Ativos e Passivos (ALCO)

O ALCO tem como função principal assessorar a Diretoria Executiva da COCRED, atuando na análise integrada do cenário macroeconômico. Suas atribuições abrangem a avaliação de diversos fatores de risco, incluindo riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. O motor por trás da criação do ALCO é o fortalecimento da tomada de decisões estratégicas da cooperativa, baseadas em evidências sólidas, e a garantia da perenidade da instituição. Em termos práticos, a existência do ALCO representa uma camada extra de proteção para o cooperado, que pode contar com uma cooperativa que está sempre um passo à frente no mercado em termos de gestão e antecipação de cenários.

O economista Roberto Dumas Damas, integrante do comitê e especialista em negócios internacionais com vasta experiência em economia e geopolítica em grandes instituições financeiras, explica a importância dessa instância. Segundo ele, o ALCO traz uma previsibilidade fundamental para a instituição. “Quando falamos de ALCO, estamos falando de um comitê em que pessoas capacitadas e com visão de mercado se reúnem para reduzir assimetrias de decisão e aumentar a previsibilidade financeira, algo fundamental para instituições que lidam com negócios e recursos de longo prazo”, afirma Dumas. Ademir Carota, que também atua como coordenador do ALCO, compartilha o ponto de vista do economista, ressaltando que essa estrutura reforça a capacidade de antecipação dos movimentos do mercado, protegendo o cooperado e sustentando a longevidade da cooperativa. Para Carota, confiar recursos à COCRED é optar por uma instituição que trata risco e capital com o rigor técnico e a seriedade que investidores experientes exigem.

Resultados financeiros que atestam a solidez

Os resultados financeiros da cooperativa confirmam a efetividade de sua lógica de governança e gestão. Mesmo diante de um período de desaceleração econômica no último ano, a COCRED manteve um crescimento patrimonial robusto. O volume de ativos, por exemplo, evoluiu de R$ 12,9 bilhões para R$ 14,2 bilhões, demonstrando sua capacidade de absorver choques macroeconômicos e preservar a estabilidade. A carteira de investimentos também apresentou um avanço significativo, com os depósitos totais alcançando R$ 11,5 bilhões, um crescimento notável de 15% em relação ao ano anterior. Produtos como o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) concentraram uma parcela expressiva desse desempenho, refletindo a confiança dos cooperados na segurança das aplicações e na consistência da estratégia financeira da cooperativa.

Além do crescimento patrimonial e da expansão da base de depósitos, a COCRED registrou um desempenho positivo em outro indicador crucial para investidores: o Índice de Basileia. Este índice, que mede a capacidade de uma instituição financeira de absorver riscos sem comprometer sua solvência, atingiu 17,67% em 2025. Esse patamar é mais de 60% superior ao mínimo regulatório exigido pelo Banco Central, evidenciando um elevado nível de capitalização, conforto prudencial e uma ampla capacidade de sustentar a expansão das operações mesmo em cenários adversos.

Uma trajetória de confiança e perenidade

A COCRED, através de uma governança estruturada e um compromisso inabalável com a gestão de riscos, solidifica sua posição como uma das maiores e mais confiáveis cooperativas de crédito do país. A implementação pioneira do Comitê de Ativos e Passivos (ALCO) é um marco que eleva os padrões do setor, garantindo maior previsibilidade e segurança aos seus cooperados. O reconhecimento por agências de rating, a classificação no segmento S3 do Banco Central e os robustos resultados financeiros são testemunhos da eficácia de sua estratégia. Com mais de cinco décadas de história, a cooperativa demonstra uma capacidade ímpar de adaptação, inovação e, acima de tudo, de preservação do patrimônio e da confiança de sua base diversificada de membros, projetando uma trajetória de perenidade e sucesso contínuo.

Perguntas frequentes (FAQ)

O que é o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO) e qual sua importância?
O ALCO (Asset and Liability Committee) é um comitê estratégico que assessora a Diretoria Executiva na análise integrada de cenários macroeconômicos e na gestão de riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. Sua importância reside na capacidade de fortalecer a tomada de decisões estratégicas da cooperativa, aumentar a previsibilidade financeira e garantir a perenidade da instituição, funcionando como uma camada extra de proteção para os cooperados.

Qual a importância da classificação S3 do Banco Central para a COCRED?
A classificação S3 do Banco Central é atribuída a instituições financeiras de grande porte e alta complexidade operacional. Para a COCRED, estar nesse segmento significa o reconhecimento de sua maturidade de processos, governança eficiente e comprovada capacidade de absorção de riscos. Implica também estar sujeita a um arcabouço regulatório mais rigoroso, o que reforça a seriedade e a robustez de sua gestão.

Como a diversificação da carteira da COCRED beneficia os cooperados?
A diversificação da carteira da COCRED, que inclui mais de 90 mil cooperados de diferentes perfis econômicos e setores (como empresários, profissionais liberais e produtores rurais), é fundamental para reduzir riscos. Essa estratégia diminui a exposição da cooperativa a choques específicos de um setor ou região, tornando-a mais resiliente a instabilidades econômicas e climáticas e, consequentemente, mais segura para o patrimônio dos cooperados.

O que o Índice de Basileia de 17,67% significa para a cooperativa?
O Índice de Basileia mede a capacidade de uma instituição financeira de absorver riscos sem comprometer sua solvência. O índice de 17,67% da COCRED, que está mais de 60% acima do mínimo regulatório exigido pelo Banco Central, demonstra um elevado nível de capitalização. Isso indica grande conforto prudencial e uma ampla capacidade da cooperativa para sustentar a expansão de suas operações e absorver eventuais choques, mesmo em cenários econômicos adversos.

Interessado em fazer parte de uma cooperativa que une solidez, inovação e compromisso com o seu futuro financeiro? Explore as soluções e os diferenciais da COCRED e descubra como sua governança robusta pode impulsionar seus investimentos.

Fonte: https://g1.globo.com

Compartilhe está notícia