Recentemente, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou mais um caso de febre amarela no estado. O paciente, um homem de 55 anos que reside em Lagoinha, é notável por não ter recebido a vacina, uma informação preocupante diante da situação atual da doença na região.
Cenário da Febre Amarela em São Paulo
Até o momento, São Paulo contabiliza 11 casos de febre amarela em 2026, resultando em seis mortes. A região do Vale do Paraíba é a mais afetada, com nove casos e cinco óbitos. Todos os indivíduos diagnosticados até agora não tinham histórico de vacinação, o que enfatiza a gravidade da situação.
Reforço na Campanha de Vacinação
Diante desse aumento nos casos, a Secretaria de Saúde intensificou a campanha de vacinação contra a febre amarela. A vacina é gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em todo o estado, sendo recomendada para todas as faixas etárias.
Orientações sobre a Vacinação
Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, ressalta a segurança e eficácia da vacina. Ela recomenda que todos que ainda não se vacinaram busquem uma UBS, especialmente antes de viagens a áreas de risco. A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição.
Quem Deve Se Vacinar?
As diretrizes para vacinação incluem:
• Crianças: uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos; • Indivíduos que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos: devem tomar uma dose de reforço; • Pessoas de 5 a 59 anos que não foram vacinadas: devem receber uma dose única; • Aqueles que receberam a dose fracionada em 2018: devem verificar a necessidade de atualização.
Compreendendo a Febre Amarela
A febre amarela é uma infecção aguda causada por um vírus, transmitido por mosquitos silvestres. Não ocorre transmissão entre pessoas. O avistamento de macacos mortos é um sinal importante da presença do vírus, e isso deve ser comunicado às autoridades de saúde.
Sintomas da Doença
Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores no corpo, náuseas e fadiga. A prevenção é possível por meio da vacinação, que segue as diretrizes da OMS, com a aplicação de uma dose ao longo da vida desde 2017.
A situação atual em Lagoinha e em outras áreas de São Paulo reforça a urgência da vacinação contra a febre amarela, protegendo a saúde da população e prevenindo novos casos.


