Anvisa Aprova Novos Medicamentos para Psoríase e Asma

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© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação de dois novos medicamentos, ampliando as opções terapêuticas para pacientes com psoríase e asma. Essas inovações visam atender necessidades específicas de tratamento em condições inflamatórias crônicas e autoimunes.

Yesintek: Novo Tratamento para Psoríase e Outras Condições

O primeiro medicamento, Yesintek (Ustequinumabe), é uma solução injetável, disponível para administração subcutânea ou intravenosa. Este fármaco é indicado para o tratamento de psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. A Anvisa destaca que o Yesintek é um medicamento biossimilar, apresentando qualidade, segurança e eficácia semelhantes ao biológico de referência já aprovado.

Indicações e Uso do Yesintek

O Yesintek é recomendado para adultos e crianças acima de 6 anos com psoríase em placas moderada a grave, especialmente quando tratamentos convencionais falharam ou foram contraindicados. Além disso, para adultos com artrite psoriásica ativa, o medicamento pode ser utilizado isoladamente ou em combinação com metotrexato, caso outras terapias tenham se mostrado ineficazes. Também é indicado para adultos com doença de Crohn ativa em situações similares.

Densurko: Solução para Asma e Rinossinusite Crônica

A Anvisa também liberou o registro do Densurko® (depemoquimabe), um novo medicamento para o tratamento de asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave. Disponível como solução injetável, a medicação é destinada a pacientes adultos e pediátricos a partir de 12 anos, que apresentem inflamação do tipo 2, caracterizada por um aumento de eosinófilos no sangue.

Eficácia do Densurko

Estudos clínicos mostraram que o Densurko reduz significativamente a frequência de exacerbações quando comparado ao placebo, além de ser um complemento efetivo ao tratamento padrão. Para rinossinusite crônica com pólipos, o medicamento é indicado apenas para adultos cujos tratamentos convencionais e cirurgias não tenham sido suficientes para controlar a condição.

Ambos os medicamentos têm a dosagem recomendada de uma aplicação a cada seis meses, oferecendo novas possibilidades de controle para essas condições desafiadoras.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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